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Comitê da Qualidade da CGE participa de fórum de Gestão por Processos

27 de setembro de 2010 - 03:00

Foram realizados workshops, fóruns, palestras e painéis que proporcionaram uma visão abrangente sobre o tema.

O Comitê da Qualidade da CGE, participou do 2º Fórum Nacional Gestão por Processos no Setor Público, realizado nos dias 23 e 24 deste mês, no auditório do Parlamento Mundial da LBV, em Brasília (DF). Na oportunidade foram realizados workshops, fóruns, palestras e painéis que proporcionaram uma visão bastante abrangente sobre o tema, além de casos práticos como: ‘Evolução, oportunidades e desafios: A implantação da Gestão por Processos na Petrobras’, apresentados por Francisco Fernandes (Petrobras); ‘Redesenho dos processos na construção da governança para resultados’, por Márcia Blumm (Ministério da Saúde); ‘Gestão por processos: uma decisão estratégica na busca por resultados sustentáveis’, por Alessandro Micelli (Rede Energia), e ‘A prática dos processos como rede de serviços’, por Bruno Palvarini (Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento), respectivamente.

O evento contou com a participação de aproximadamente 150 servidores públicos de vários estados brasileiros e foi aberto com o workshop ‘Construção das bases para as estratégias e os processos – como ativar, comprometer, melhorar e sustentar um ambiente de melhoria de processos’, apresentado pela professora/doutora Carmen Migueles. Ela afirmou que para implantar a gestão estratégica na área pública é preciso ter a capacidade de traduzir complexidade e especialização em desempenho, bem como garantir o melhor uso dos recursos humanos para o atendimento de necessidades e demandas coletivas. “É preciso liberdade para desbloquear a inteligência e a competência máxima dos indivíduos; apostar na inteligência, valorizar o trabalho e procurar competir sempre em níveis elevados de qualidade, e investir no conhecimento, através do aprimoramento contínuo de seus recursos humanos”, asseverou.

Já o professor e consultor Pedro Mandelli, eleito duas vezes um dos dez melhores palestrantes do Brasil, proferiu a palestra ‘Gerenciando a transição de organização para alta performance: concebendo e implementando mudanças’. Ele disse que, a princípio, é preciso definir qual o propósito da empresa ou órgão, para poder definir que ações têm de ser implementadas. “Após definirmos a meta principal, precisamos combater os problemas como conformismo, falta de coragem, aparência de comprometimento, aversão a conflitos, e pessoas que estejam uniformizadas, mas fora do jogo”, destacou. Após os painéis ‘Governança de processos aplicada à geração de resultados no setor público’ e ‘Ajustando estratégia, processos e desenho organizacional’, apresentados pelos consultores Rafael Paim e Rodolfo Cardoso, respectivamente, o dia foi encerrado com os dois casos práticos da Petrobras e do Ministério da Saúde.

O segundo dia do Fórum foi aberto pelo consultor e professor Paulo Rocha, que apresentou o workshop ‘Gestão por processos – ferramentas para o sincronismo organizacional’. Ele falou que é preciso garantir o alinhamento entre Estratégia – Processos – Pessoas, e que o processo é o elo entre as outras duas partes. Lembrou que há preocupações comuns, independentemente de empresa/órgão, estado, região ou país; umas antigas e outras mais recentes, que devem ser equilibradas de maneira igualitária. “E é necessário desprender esforços no sentido de voltar o órgão para o cliente, garantir a qualidade do processo e a agilidade no atendimento”, frisou. Após o fórum com casos práticos da Rede Energia e do Ministério do Planejamento, foi realizada a palestra ‘Como fazer a integração entre as ferramentas de tecnologia e os processos’, apresentada pelo consultor Rildo Santos.

Já o painel de encerramento foi realizado pelos consultores internacionais José Augusto Abreu – ‘Como a gestão de riscos pode apoiar a gestão por processos?’, e o americano Paul Dinsmore – ‘O papel do gerenciamento de projeto na gestão por processos’. Ambos destacaram a importância da melhoria e do controle dos processos. Ao final, os integrantes do Comitê da Qualidade da CGE acharam o 2º Fórum Nacional bastante produtivo, destacaram o elevado nível dos palestrantes e se disseram muito satisfeitos com o aprendizado, que proporcionou uma elevação do capital intelectual de cada um. Para o controlador e ouvidor Geral da CGE, Aloísio carvalho, eventos desse tipo são de suma importância para o desenvolvimento constante dos recursos humanos do órgão. “O conhecimento é algo que está em evolução a cada dia. Portanto, a participação de nossos colaboradores em fóruns e seminários representa um engrandecimento intelectual de nossa equipe de trabalho”, finalizou o titular da CGE.